terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Casa pronta para receber Papai Noel (com árvore ou sem árvore)

Natal se aproximando, luzes iluminando as fachadas das casas e árvore montada. É assim em grande parte das casas mundo afora, exceto em casa que tem gatíneo. Porque se tem uma coisa que não combina é gato e decoração natalina. Certo? Nem sempre.

As luzes penduradas chamam a atenção dos felinos, que vão, claro, querer brincar com o pisca-pisca. Aqueles bibelôs fofos que colocamos em mesas e estantes podem sofrer uma queda "acidental" quando o bichano passar ao lado. Já as árvores...ah! Quase impossível essa combinação. Mas há casas que até conseguem manter ambos inteiros. No outro apê onde morei eu consegui manter uma árvore de 1,5 metro montada por seis meses (preguiça de desmontar a bicha). Mia até fez o favor de derrubá-la por duas vezes, mas aprendeu a lição após ouvir a mamãe gritar falar que não podia mexer nela.

Cavaggioni (minha polefriend que vive nazoropa) resolveu arriscar esse ano mesmo tendo 4 gatíneos. Comprou logo uma árvore de quase 2 metros de altura, colocou algumas bolas (de vidrooooooo) e...ACHE O GATO.

Pelo menos está de pé e as bolas inteiras
Na mudança de apê eu perdi (do verbo minha tia jogou fora) minha árvore montada. Fiquei tão desanimada a ponto de não querer outra. Comprei só coisas fofinhas e um novo enfeite para a porta de entrada. Até que eu vi uma árvore de madeira (isso mesmo) que tem tudo a ver comigo, com minha casinha.

Ingenuamente acreditando que tinha sido feita por quem postou a foto no grupo DIY que sigo, fui orçar com um marceneiro a fabricação de uma para mim. Ainda bem que ele estava sem agenda disponível. Pois uma semana depois vi outra postagem da mesma árvore indicando o link de onde a moradora havia comprado. AHÁÁ! Cliquei, chequei, comprei. Rápido assim. 

As bolinhas coloridas foram doadas por uma amiga do trabalho e o pisca-pisca pela minha mãe. Agora estou com os dedinhos cruzados para que a árvore chegue antes do Natal (deste ano, claro). Enquanto isso não acontece, veja fotos da irmã dela em outro cafofo lindo. E outras decorações igualmente lindas para te inspirar a aproveitar essa época do ano redecorando seu cantinho.

Foto: Instagram @doapdapati

Foto: Instagram @doapdapati
Espero que a minha chegue ainda nesta semana

Aqui é a mesma árvore da Cavaggioni, 
porém acesa (e sem gato).
Muito rhyca né não?!

Pra quem ama livros...

Pra quem tá com pouca grana, sem tempo, mas não abre mão da decor de natal


Essa cerejeira de led é um encanto. Além de ser à prova de gato, serve para enfeitar o ano inteiro


Criatividade dando um Oi nessa casa

Aqui em casa optamos inicialmente por decorar só com bibelôs: velas, guirlanda (não muito guirlanda), bonecos de neve, presépio...Enquanto nossa árvore de madeira não chega, a casa está assim, cheia de detalhes fofíneos.



Singelo, mas ainda assim um presépio =)

Mia mostrando que na janela já temos meia para o Papai Noel deixar nossos presentes

Barbudinho dando as boas-vindas a quem chega

Então é natal...

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dos deuses

Por aqui curtimos muito ter iogurte gostoso e feito em casa de forma mega prática. Só que...queremos mais. Por isso, o texto de hoje leva você a mais uma delícia feita com Kefir. Queijos, cream cheese e...TCHARAAAM! Iogurte grego.

O passo-a-passo de como fazer essa mágica acontecer você encontra no blog Raiz de Gengibre, da jornalista e doglover Carol Jardim. Clica aqui e vai ser feliz, vai! 


Foto: Carol Jardim

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Pet em condomínio: é proibido proibir

Se você não curte o latido do cão do seu vizinho, ou se acha um absurdo aquela pessoa que usa o elevador para subir e descer com seu papagaio pendurado no pescoço, lamentamos informar, mas vai ter que aceitar (tudo) isso. Por quê? Porque é proibido proibir. =P

Conversando com uma amiga que mora de aluguel, descobri que em seu prédio é proibido ter animais. Oi? Isso mesmo. Foi, então, que decidi conferir se essa proibição era legal. Para quem se incomoda com qualquer latidinho, saiba que nada, nem mesmo a convenção de condomínio, pode impedir que um morador (seja ele proprietário ou inquilino) tenha qualquer tipo de animal doméstico. Isso porque no Brasil os animais (infelizmente) ainda são considerados coisas. E como regra condominial alguma pode proibir o morador de possuir algo...os animais ficam. Tudo com base na Constituição. Sacou? 

Mas e a questão do uso do elevador, restrição a determinadas áreas comuns etc. etc. etc.? Primeiramente, sempre vai valer o bom senso. Logo, se seu condomínio tiver somente um elevador (social, neste caso) o ideal é que o animalzinho utilize o elevador no colo de seu tutor. Mas e se for um labrador? Ótima pergunta! Independente do tamanho, o cão, por exemplo, pode utilizar o elevador (sempre acompanhado de seu tutor maior de idade) sem ser no colo. Se for agressivo, com focinheira para evitarmos problemas, certo?! Agora, eu mesma tenho uma poodle que pesa quase 10kg. Por ela ser obesa, tem problema cardíaco, o que, consequentemente, torna perigoso que ela utilize a escada (mesmo sendo apenas um lance) e, por seus 10kg, é inviável que eu a pegue no colo. Sendo assim, Ninoca utiliza sim o elevador. Quem não gostar, vai de escada, ou espera a próxima viagem. 

O mesmo vale para áreas comuns. O condomínio não pode proibir que os moradores passeiem com seus animais nas áreas comuns, como já vi em muitos lugares isso acontecer. Pode estar em letras garrafais e em negrito na convenção. Lamentamos informar (mentira. não lamentamos nada): convenção não se sobrepõe a Constituição, que enfatiza o direito de ir e vir do cidadão. Mais uma vez, como o cidadão pode possuir o que quiser - desde que não seja ilegal, seu gato, periquito, cachorro ou papagaio pode sim passear dentro do condomínio. Claro, a regra da boa convivência deve ser observada sempre: o animal precisa estar com coleira e guia, se for antissocial precisa usar focinheira e seus dejetos recolhidos imediatamente por seu tutor. 

Agora, proibir a existência, permanência ou mesmo a circulação de qualquer animal doméstico, o condomínio NÃO PO-DE. Duvida ainda? Clica no vídeo logo abaixo para ver a entrevista com o advogado Reynaldo Velloso, membro da comissão de direito e defesa dos animais da OAB/RJ. E se mesmo com tudo isso ainda tiver alguma dúvida ou encrenca com algum vizinho ou síndico, fala com a gente. Ok? ;)


Entrevista no quadro semanal Sala de Direitos, 
do Repórter Rio (TV Brasil), produzida por mim.


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O primeiro a gente nunca esquece

Você sabe o que é kefir? Eu não sabia até conhecer o blog Raiz de Gengibre, que se tornou parceiro desta Casa, permitindo que compartilhássemos dicas gostosas para facilitar a sua vida na cozinha.

Primeiro kefir desta casa
Basicamente, o kefir é uma colônia de bactérias, que fermentam o leite formando um iogurte probiótico. Seus defensores (não eu) dizem que faz muito bem para a saúde. Bom, mal sabemos que não faz, então para comprovar o bem, só mesmo testando. E para isso, eu entrei na fila na Carol Jardim (adm do Raiz de Gengibre) para ganhar a minha primeira mudinha. 

Ontem, "minha filha" chegou. E, por isso, a Casa traz esta dica natureba para a sua vida. Clica aqui para saber um pouco mais sobre o kefir, como conseguir uma mudinha e como cuidar dela. Depois conta pra gente o que achou. ;)

Mudinha que estamos criando 




quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Já é Natal...Já?


Aqui no Rio de Janeiro dizemos que é Natal quando é natal na Leader (uma loja de departamentos bem antiga e famosinha). Tudo por causa do jingle "Já é natal na Leader, já é hora.". 

O comércio tem adiantado cada vez mais o início do natal. Mal os vendedores estão tirando suas fantasias de Halloween e já estão colocando os gorros de ajudantes do bom velhinho. E, assim, seguimos o ritmo também em nossos cafofos. Mas, quando realmente é hora de montar a árvore e enfeitar a casa para a festa?

Pela tradição cristã, a árvore deve fazer parte da decoração da casa no início do Advento – tempo de preparação para o nascimento de Jesus Cristo – que é de quatro domingos antes do aniversário de Cristo. Mas como essas datas cristãs não são fixas (e nem adianta me explicar como essas contagens são feitas, porque realmente eu não entendo por que a semana santa a cada ano é num dia diferente), em 2017 a data certa é 3 de dezembro. Isso segundo a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil. Então, se não curtiu vai brigar com eles. Ano passado, o dia para montar foi 27 de novembro. 

Já o dia certo para tirar toda a decoração natalina, este é fixo, sempre no Dia de Reis (06 de janeiro), que representa o encontro dos Reis Magos com o Menino Jesus.

Tem gente que não se aguentou e já tirou do armário todas as bolinhas coloridas, gorros e pisca-pisca. Não julgo, afinal, a decoração para o natal deixa a casa muito mais aconchegante. No entanto, se você é do tipo que espera entrar, pelo menos, o mês de dezembro para colocar sua árvore na sala, aproveite que neste ano, o dia D cai em um domingo, perfeito para reunir a família ou os amigos, se você mora em república, para encher seu pinheiro artificial (no Brasil é bem difícil alguém ter um natural) com bolas e penduricalhos que remetam ao bom velhinho e ao Menino Jesus. 

Como após a mudança minha árvore foi parar por engano no lixo (tia Márcia, eu não esqueci, hein!), terei que comprar outra para o novo cafofo. Por isso, a casa só terá ares natalinos em dezembro mesmo. Até lá, fiquem com o jingle mais famoso do Rio de Janeiro nesta época do ano!



sexta-feira, 3 de novembro de 2017

A gororoba que a gente respeita

Entendemos perfeitamente a preguiça que leva algumas pessoas a recorrerem ao famoso pão com manteiga ou mesmo ao delivery de qualquer restaurante perto de casa. Mas sabemos também que comidinha caseira, aquela feita por nós mesmo, é sempre mais saborosa. Por isso, pensando na fome mais a vontade de comer associada à preguiça, selecionamos esta receita do nosso blog parceiro Raiz de Gengibre. 

Dê um clique aqui para conferir a praticidade do prato desta sexta-feira. Pode parecer uma gororoba. Mas quem disse que gororoba não é gostosa?



segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Funciona ou não funciona? Teste Cafofo Chic

Morar sozinho significa perrengues e aprendizado quase que diariamente. Significa saber para que serve o alvejante, que usar esponja de aço ou o lado verdinho da esponja de louça em panela antiaderente é o mesmo que dizer: "Panelinha, não te quero mais!" porque a função de não grudar comida como se fosse chiclete no cabelo que ela tem vai para o espaço. Morar sozinho, ser responsável por uma casa, significa ainda saber que certos produtos prometem, mas não cumprem. Por isso, vamos começar a testar a eficácia deles, do jeitinho que manda o rótulo. 

O primeiro teste foi feito com o desengordurante Mr. Músculo Cozinha. Tem o tal do Veja X-14 também e que dá no mesmo. Fogão imundo depois de um almoço de domingo...espirramos um pouco do produto sobre ele e esperamos um minuto (pouca coisa mesmo). Nos comerciais vem uma linda dona de casa, com unhas impecáveis, passando uma esponja bem de leve sobre o fogão. Na propaganda a gordura sai na mesma hora. E não é que em casa, na vida real, também? Sendo assim, Mr Músculo Cozinha Total recebe o selo APROVADO, do #TesteCafofoChic.

No vídeo abaixo você poderá conferir como foi feito. 



OBS 1: Não estamos recebendo nada por isso. Nem mesmo um produto 0800 para economizar nas compras de mês (mas aceitamos, ok fabricantes?!). Portanto, isso não é propaganda. Pelo menos, não propaganda paga. 

OBS 2: Resolvemos fazer essa TAG, pois sentimos necessidade, como consumidores, de testes reais, feito por pessoas reais. É muito chato comprar o produto Y porque no comercial ele é lindo e prático, mas perceber que em casa, mesmo fazendo exatamente como manda o rótulo, ele não apresenta o resultado prometido. 

>>PRÓXIMO TESTE SERÁ DE ALVEJANTE: O FAMOSO VANISH. FICA LIGADO!<< 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A casa está mais vazia. O coração não

Após duas semanas de sumiço...Calma! Tudo tem uma explicação e o texto de hoje vai mostrar isso (também).

Quando vi, há três anos, que o casamento não ia mais acontecer, decidi sair assim mesmo da casa da minha mãe, mesmo tendo tudo lá: casa, comida e roupa lavada (literalmente). Mas morar sozinha pode ser um tédio, ainda mais para quem estava acostumada a ter sempre a casa cheia. Não para mim, que tinha Layla e Nina, as filhotas de quatro patinhas, para levar junto com a mudança.

Layla estava comigo desde os meus 15 anos de idade. Chegou cotoca. Era uma bola de pelo (e pulgas) de cinco meses de vida, pronta para viver os próximos 18 anos ao meu lado. Apesar de já ter engravidado, nunca tive filhos, não de duas pernas. No entanto, desde que Layla surgiu na minha vida, ainda adolescente, me senti responsável por ela, como uma mãe é por um bebê. Passeios, idas ao veterinário e ao petshop, banho e...caquinhas...eram por minha conta. Minha mãe só deu banho na Layla uma vez na vida. Foi tudo por minha conta. Claro que no início as despesas médicas eram pagas por quem pudesse me ajudar (mãe, tias) já que eu não trabalhava e fui uma adolescente sem mesada. Porém, conforme fui crescendo e trabalhando, até essa responsabilidade ficou comigo. 

O que quero dizer com isso? Que sair da casa dos pais para morar sozinha quando se tem animais traz um certo conforto. Nunca me senti sozinha. Claro que meus vizinhos me acham retardada por conversar "sozinha". Sim, eu falo com minhas cachorras e minha gata. Falo o dia inteiro com elas, na verdade. E isso preenche cada cantinho desse cafofo.

Só que bichinhos são tão caros quanto filhos. Layla, no auge dos seus 18 aninhos, ficou doente. Descobri um câncer de mama. Na sequência, demência e perda da mobilidade, o que a deixou totalmente dependente de mim. Como eu precisava trabalhar (até mesmo para ter $$ para pagar consultas, exames e remédios), tive que encontrar uma pet sitter (babá de doguinho) para cuidar dela de segunda a sexta. Por sorte minha vizinha (e amiga) topou o trabalho. Infelizmente, menos de um mês depois Laylinha se foi. Resolveu que era hora de deixar esse mundo e se mandou praticamente dormindo no último dia 10. Mas até esse dia, foram noites em claro (literalmente também), choros, corridas ao médico, mais choros e muita, muita grana para amenizar qualquer dor ou desconforto da minha filhota.

Por tudo isso, acho que você conseguiu perceber porque desapareci desta Casa por algumas semanas. Espero ainda que tudo que foi dito acima consiga te mostrar que ter um bichinho de estimação (independente de qual seja) requer doação: de tempo, de amor, de dinheiro. Não pense que um gato ou um pássaro, por ser mais independente, não vai precisar dessas coisas. Vejo pessoas alugando um apê para morarem sozinhas e logo adotam um gatinho porque: é fofinho, não faz barulho (os vizinhos não vão reclamar), não pede muita atenção, é mais independente que um cão. Doce ilusão! Isso é o que VOCÊ quer que ele seja. O gato também é um ser vivo, um animal que vai desejar muito mais que água, comida, areia limpa e uns afagos vez ou outra. Ele vai querer brincar com seu tutor algumas horas por dia. Vai querer "conversar" contigo em alguns momentos. Vai querer dormir aconchegado ao seu peito. E sim, vai adoecer como qualquer ser vivo. Então, não pense que a única despesa médica será com vacina anti-rábica anual. Se você acredita que um animal é apenas um animal, more sozinho. Totalmente sozinho. 

Layla se doou a mim por 18 anos. Por quase duas décadas ela me proporcionou momentos maravilhosos, me permitiu ser mãe. Cancelei viagem de férias mais de uma vez por não ter com quem deixá-la; passei dias sem dormir por mais de trinta minutos seguidos desde que ela ficou doente. Contraí uma dívida enorme para cuidar dela, para não deixá-la sofrer. E eu não me arrependo de nada, nem por um minuto. Agora? Agora voltarei a fazer planos para minha EuroTrip, voltarei para as aulas de Pole Sport, mas certa de que tudo pode mudar novamente porque ainda tenho Nina e Mia comigo, pedindo muito mais que comida e água. Elas querem minha atenção. E por elas...por essas pimpolhas eu faço tudo. 

Layla: 13/06/1999 -- 10/10/2017 #RIP










sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Jantar de sexta-feira (fim do mês)

Pensando seriamente em você que vai sair exausto do trabalho ou da faculdade hoje direto para casa (porque está sem grana, ou porque está cansado, ou porque sim, e somente sim), selecionamos para esta sexta-feira caseira um jantar mega prático para fazer antes de se jogar na cama: RISOTO.

Não faça essa cara! Não é um risoto qualquer e muito menos complicado de preparar. Quando foi que os moradores desta Casa te passaram uma receita difícil hein?

A receita de hoje, criada pelo blog parceiro Raiz de Gengibre, precisa somente de salsa, cebolinha e arroz (claro). Ou seja, é bem típica de fim do mês, quando podemos confundir nossa geladeira com um aquário sem peixes. 

Então é isso. Dê um clique aqui para conferir o passo-a-passo mais prático que você verá na vida para um jantar (gostoso).


domingo, 24 de setembro de 2017

Já que o inverno se foi...

Apesar de ser carioca da gema, não sou fã de sol, praia e aquele calor de 40 graus sentido até na sombra. Minha estação favorita é o outono, depois o inverno e a primavera. O verão? Ah! O verão podia ser extinto desse planeta, mas como não tenho esse poder, selecionei uma receita bem refrescante do nosso blog parceiro Raiz de Gengibre: SORVETE. 

E não basta ser gostosa; tem que ser fácil. Muito fácil. Cara, na boa! Mais fácil que isso só passando no mercado e comprando o pote. Só que aí tem a fila giga do caixa, estacionamento, o calor derretendo o sorvete E você. Melhor mesmo fazer em casa. Juro! Clica aqui que você não vai se arrepender! 

E o melhor: é fit =D

sábado, 2 de setembro de 2017

Sofá amorzinho e anti-gatínea

Agora sim minha casa está completa. Mentira! Ainda falta a cortina da sala =D

De qualquer forma, o protagonista da sala chegou: meu tão sonhado sofá. 

Desde que resolvi morar sozinha nutria a ideia de ter um sofá de pallet. Cheguei a catar quatro pallets numa obra, mas eles se perderam entre a casa do meu ex-namorado e a minha. Na falta de onde sentar, aceitei o sofá de três lugares de couro sintético que a vizinha estava jogando fora. Estava em perfeito estado, ela só não queria mais ele. Foi então que eu o salvei do triste destino do lixão. Mas não era ele o meu sonho de consumo. Porém, era o que tinha e que me fez companhia por três anos, até a Mia (gatínea) aparecer na minha vida e destruí-lo. Do jeito que ele ficou (e por não ser o amor da minha vida), deixei o coitado do sofá pra trás durante a mudança de apê. 

Já no cafofo novo...quatro meses sentando e oferecendo para as visitas o chão da minha sala, tomei vergonha na cara e fui atrás do meu sofá de pallet. Peguei algumas inspirações na internet até chegar ao que eu queria: baixo, com rodinhas para facilitar o deslocamento durante a limpeza da casa, e com a largura de um colchão de solteiro, pois assim ele serve como cama também. AHÁ!

O assento é, literalmente, um colchão de solteiro, doado pela minha mãe. Apenas mandei estofar com suede (próprio para quem tem gato e não quer ver o tecido destruído em poucas horas) e TCHRAAAAM! Ok, as pessoas mais velhas não conseguem se sentar no meu sofá com muita facilidade, mas... A CASA É MINHA. Quem mora aqui e passa a maior parte do tempo neste sofá de pallet soy yo. 

Agora sim meu apê está completo, minha sala está com a minha cara. Muito amorzinho. <3 

PS: quem tem bichano e quer manter todos os estofados da casa intactos, pode procurar tecidos como o suede e o acquablock. Este é o melhor anti-felinos, mas eu queria algo mais aveludado, então optei pelo suede e estou amando. A Mia até tentou bem no início deixar suas marcas no sofá, mas não conseguiu e, por isso, desistiu. O foco dela agora é a minha poltrona de retalhos. Infelizmente, ela não é de suede, então está sofrendo nas patas da gatínea desta casa. Quando estiver no tempo de estofar, vai tecido anti-gatínea nela também.

Minha inspiração





sábado, 26 de agosto de 2017

Quatro anos longe do ninho

Em julho completou quatro anos que estou morando sozinha e, sem perceber, um filme passou pela minha cabeça agora com tudo que aconteceu desde que resolvi abandonar o ninho e voar. Entrei em um apartamento praticamente vazio, num verão de 50 graus do Rio de Janeiro, portando somente um ventilador pequeno para mim e mais duas peludas. Vinte dias depois, fui de mala e cuia para Brasília, onde passei 15 dias dormindo num colchão na sala de uma menina que nunca tinha visto na vida, mas que gentilmente me abrigou até eu conseguir o meu cantinho: uma república onde moravam mais duas garotas (cada uma com seu estilo de vida). 

Brasília durou "apenas" cinco meses, quando eu consegui retornar para o apê que tinha deixado para trás por conta do trabalho. De volta para a minha terra, tudo começou a se encaixar: os móveis, os projetos, minha vida. Hoje, em um novo apê longe do bairro onde nasci e cresci, com mais uma bichinha compondo a casa (antes eram duas cachorras, agora temos também uma gata) percebo que cresci. Agora sim eu cresci. Virei gente grande. 

Tenho um aluguel para honrar e todas aquelas contas que teimam em chegar mensalmente são pagas unicamente por mim. Se não cozinho, não como. E algumas vezes eu opto por não comer mesmo (pura preguiça). A louça passa dias na pia. Mas foda-se! A casa é minha. Agora o perrengue que mais tenho sofrido é com minha pimpolha Layla (a filha de 4 patas que tem 18 aninhos). Descobrimos um câncer de mama. Até aí ok. Mastectomia pode ser a solução. Mas...a bichinha está com 18 anos, o que significa mais de 100 anos em idade humana, o que significa caduquice, manias e dificuldade para andar. Chego em casa e a encontro caída. Layla perdeu o equilíbrio e não conseguiu se levantar. Resultado: horas depois na mesma posição = dor e...urina (bléééé). ><

Lenço umedecido, papinha tipo de neném (na boca), sono interrompido várias vezes porque mãe (de humano e de cachorro) tem uma audição de dar inveja, e agora fraldinha (para evitar que a pequena fique toda mijada quando não conseguir se levantar novamente). Essas coisas agora fazem parte da minha nada mole vida morando sozinha.

Dou conta dessa vida longe do ninho sozinha? Claro que não. Ninguém dá. Inclusive, há um tempo comentei aqui no blog que tinha surtado por me achar incompetente, já que minhas amigas (divorciadas) conseguiam dar conta de filhas, casa, trabalho, atividades físicas e ainda tinham vida social. E eu não dava conta de uma casa com duas cachorras. Como assim né?! Só que eu descobri que nem tudo que parece é. Elas, como qualquer ser humano, contam com ajuda (de pai, mãe, irmã etc.). Eu hoje conto com ajuda de quem estiver disponível a me ajudar. Estou aberta a ajudas. hahahaha

A verdade é que o fato de ter saído da casa dos pais não me faz autossuficiente. Mais forte sim, mais independente também. Mas Mulher Maravilha não. Então, eu preciso muitas vezes que minha vizinha Cris apareça aqui em casa para ver se minhas filhotas (Laylinha em especial) estão bem. Recorro ao santo Cadu para idas ao veterinário, petshop ou mesmo rachar o frete da comida congelada que compramos para as noites de preguiça. Saí da casa da minha mãe, mas quero ela aqui o tempo todo: me ajudando, me apoiando, me fazendo rir. "Mas então por que não volta pra casa dela?", vocês me perguntam. Simples: não tem mais espaço lá. Perdi meu quarto para os sobrinhos (hahahaha). E, a parte mais verdadeira da piada, é que depois que a gente cria asas voltar para o ninho não é uma opção. Nos tornamos livres e percebemos que o mundo é grande demais para não o explorarmos. Perrengues? Passo por vários todos os dias. É difícil? Pra caraaaaaaaaaalho. Até uma simples barata que aparece do nada se torna um evento aqui em casa. O prédio inteiro deve participar da minha narração: Pega ela, Mia! Deixa de ser lerda, gata! Mata ela, Mia! =D

Mas, apesar de todos os perrengues, de estar passando por uma barra com a Layla (cheia de limitações por conta da velhice), vendo o salário acabar antes do mês, querendo comer aquela comidinha delícia e...OPA! Cadê o creme de leite que estava aqui? Ou, PUTZ! Esqueci de descongelar o frango; apesar disso e mais um pouco, amo morar sozinha. Foi a melhor escolha que fiz porque aqui são as minhas regras, a minha decoração, o meu espaço, a minha vida. Entra quem eu quero, na hora que quero, pelo tempo que eu quero. 

Tem coisa melhor do que esse poder de decisão? =P


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Inverno pede...SOPA (gostosa, por favor)

Tudo bem que inverno no Brasil não é considerado bem inverno para algumas pessoas. E acho justo, afinal, quem tem um inverno com temperaturas negativas só pode rir da nossa cara quando colocamos casaco sobre casaco, meia sobre meia e calça sobre meia-calça para enfrentar um frio de... 18°C. Né?!

Mas não importa! De 25 graus para baixo já é considerado frio (pelo menos para os cariocas). Por isso, no inverno (sim, inverno) a melhor refeição para uma noite fria (e se for fim de semana, melhor ainda) é uma sopa. Bléééé!!??? Não dessa vez. 

A sopa que Carol Jardim testou e aprovou está com uma cara de comida dos deuses. O melhor de tudo? Você faz com seis ingredientes tranquilos de ter na sua cozinha agora mesmo (vai lá conferir, vai!), e super-mega-ultra rápido. Quer ver? 

Clica aqui para conferir no blog Raiz de Gengibre o passo-a-passo dessa sopa de batata com alho poró (e pesto!).


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Casa de divas

Quem acompanha esse blog sabe da paixão que temos pelo Pole Dance, e quem não acompanha já fica sabendo. ;)

Mas a coisa é tão séria que a pessoa aqui não ficou satisfeita em fazer aulas em uma academia de dança. Nãaaao. Ela precisava ter o seu próprio pole. Para quê? Para treinar, oras! Isso é o que ela diz né? Porque a verdade verdadeira é...para fazer as visitas babarem de inveja.

Imagina abrir a porta de casa e PÁH! Uma barra vertical bem na sala. As visitas piram. Peraí que seu queixo caiu no meu chão. Mas por que na sala? Porque, infelizmente, nem todo mundo tem outro lugar disponível (leia com espaço) para deixar um pole eternamente preso do chão ao teto. No outro apartamento, minha barra ficava em um quarto só dela. Lindamente instalada, maravilhosamente polida e reluzente. Mas, neste cafofo o segundo quarto é muito pequeno e no principal (onde durmo) não ficaria legal, pois eu curto mesmo receber minhas polefriends vez ou outra para um open pole cheio de moves, fotos, gargalhas e...eu já falei fotos? =D

Mas saiba que eu não sou a única com essa paixão avassaladora pelo pole sport, a ponto de colocar uma barra em casa. Não! Separei aqui algumas polefriends que exibem suas barras verticais maravilhosas em casa. 

Agora, tem quem prefira outra atividade, como ballet, ciclismo e, porque não, sinuca ou totó? Aproveitar essas paixões que nos definem para decorar o lugar onde moramos é sensacional. Além de ter nosso passatempo favorito ali, bem à mão, a casa fica com um toque todo especial. Um amigo meu brasiliense tinha em sua casa (ele se mudou bem recentemente, então está redecorando o novo apê) uma bike bem na sala. Sua paixão. Um outro (carioca) também colocou na sala uma mesa de sinuca, que era utilizada como mesa de jantar em ocasiões mais formais. Que tal uma barra de alongamento no apartamento de uma bailarina? Ou uma pista de autorama no quarto feito de escritório de quem ama velocidade? ;)

My precious!! Parque de diversões para os sobrinhos (e para mim).

Abre a porta da casa da Cavaggioni e PÁH! Um pole vem te recepcionar. Muito amorzinho.

Tatiane Oliveira recepciona seus amigos na sala do apê. E o pole deixa a foto ainda mais linda. <3

O mundo particular de Bárbara. Sala para desestressar.

|| MAIS PAIXÃO. MAIS INSPIRAÇÃO ||

Decoração inspirada no Ballet. || Foto: Pinterest aqui




Deu vontade de jogar sinuca? As três fotos acima são do blog Sinuca em Casa. 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Voo solo

Acho que tenho condições de tirar o meu brevê da casa própria, haja vista que já completei uns bons seis meses de voo solo. Explico: tem só esse tempo que abandonei o conforto, a moleza e também a perturbação que a gente encontra debaixo das asas de papai e mamãe.

Comecei o meu planejamento (sério) de mudança há alguns meses de executá-lo. Sonhava com isso há anos, mas era um passo ambicioso. Comecei a juntar grana, fiz um pequeno enxoval... Afinal, eu não tinha nada além do ar-condicionado na casa dos meus pais. Parei quando o espaço do quarto já não era suficiente e eu já estava quase dormindo em cima das caixas.

Eram nessas muitas caixas que eu mantinha o meu kit de sobrevivência: alguns utensílios domésticos, roupas de banho e cama. Basicamente o mínimo do mínimo para alguém se virar com alguma dignidade. Ou um pouco menos que isso. 

Minha estratégia era ir comprando as coisas paulatinamente para não pesar muito no orçamento e nem ter de contar com caridade de parentes e amigos na hora da mudança. A escolha das coisas para a minha futura casinha era sempre uma alegria, que dessa maneira eu podia também parcelar. 

Pouco depois, essas doses homeopáticas de alegria no meu dia a dia foram substituídas pelo estresse habitual do ritual que se inicia antes da mudança: a terrível e famigerada reforma. Na qual eu me aventurei a servir de ajudante de pedreiro, inclusive. 

Não existe mal que para sempre dure, nem felicidade que nunca acabe. A saga da obra acabou, mas o trabalho ainda não: até hoje algumas das coisas que ficaram por fazer continuam lá por fazer. Mas o objetivo global foi cumprido: finalmente, estou morando sozinha! E as pendências podem ser resolvidas aos poucos. Ou não. A imperfeição também tem lá o seu charme.

Acho que todo mundo deveria passar um tempo morando sozinho. Nesse tempo, você aprende a se virar de todas as maneiras. Eu pude me descobrir montadora de móveis, pintora, decoradora, cozinheira, bombeira hidráulica, enfim, quando me permiti, descobri que eu era capaz de tudo. E me surpreendi. 

Claro que a falta de grana tem muito a ver com isso, né?! A gente sempre encontra soluções criativas para os nossos problemas do dia a dia: fui eu que pintei o apartamento, emassei o teto da cozinha... Cheguei até a trocar o ralo da área de serviço e regular a descarga do banheiro(!). Nada disso tem muito mistério realmente. Só é mesmo cansativo. E ao mesmo tempo, muito gratificante. Imagina você chegar em casa, olhar em volta e pensar: “isso aqui fui eu que fiz; tem um pedacinho meu aqui”. 

Chega a ser poético colocar a mão na massa. E como resultado disso tudo tenho cada cantinho da casa com a minha cara. Tudo fui eu que escolhi: desde a base da mesa da sala de jantar que  comprei na promoção e pintei de dourado para combinar com os ventiladores, até os souvenirs que me dei de presente nas viagens e agora decoram a minha sala de estar. Essa mesma sala de estar/jantar/escritório e sala de TV cujo projeto de decoração fui eu que fiz e executei. 

E hoje eu chego, deito no sofá com uma taça de vinho e a sopinha quente que eu preparei tendo a certeza de que sou a rainha do meu castelo. E o rei só entra se for convidado.


Texto escrito por Andressa Delbons, a rainha da porra toda. 

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Brigadeiro de paçoca

Gzus cristinho! Se brigadeiro já não é de Deus; brigadeiro de paçoca então...só pode ser coisa do capiroto. E nossa parceira das comidas goxxxxtosas resolveu criar, testar e aprovar essa miniatura de tentação. 

Aproveitando que julho ainda está aí (e consequentemente as festas de São João), que tal inovar quando for àquela festinha na casa dazamiga? Gemidos (de quem saboreia um bom doce, tá, mente suja?!) garantidos. 

A receita (barata e prática, sempre) você encontra no site Raiz de Gengibre. Então, clica aqui e vem ser feliz, vem!


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Casa com bicho

Aí você acha que o apê está muito vazio e, ao invés de comprar uma palmeira, decide arrumar um bichinho de estimação. Oi?

Ok, cada pessoa com suas vontades, mas vamos ao que interessa: o bichinho cabe no seu apê? Melhor: ele cabe na sua vida? Vejamos as melhores opções de animais para quem mora sozinho.

Geralmente, pensamos logo em cães e gatos. Os FELINOS são ótimos se você é o tipo de pessoa que não é lá muito organizada e passa muito tempo fora de casa [apesar de acreditarmos aqui que se fulano não fica muito em casa, para que vai ter um bichinho?! Mesmo gatos curtem presença, atenção e muitas, muitas brincadeiras]. Gatíneos, de fato, são animais bem independentes. Pode deixar água fresca e comida à vontade. Junte a isso uma caixa de areia limpa e alguns brinquedos, e eles passam horas sem nem lembrar que você existe. Maaaas, horas não significam dias. No fim, o bichano vai sim sentir sua falta e até querer brincar (felinos têm hábitos noturnos, então sabe aquele momento em que você pretende deitar para ler um livro e começar a chamar o sono? Prepare-se para um susto de leve com um lindo gatinho pulando sobre você! Tudo porque ele quer brincar). Ah! Um detalhe bem importante: redes de proteção. Não existe essa que gato vai para a rua, mas sempre volta. Ele pode até voltar, porém com algum machucado ou doença em consequência de brigas com outros animais lá fora.

CACHORRO -->> A primeira questão é o tamanho: pequeno, médio, grande, enorme, peludo, pelado. Tudo isso faz uma enorme diferença. Inclusive o temperamento do animal (e nesse caso a raça pode ser um indicativo) conta bastante, pois imagine o quanto seus vizinhos vão te amar se o bichinho começar a latir assim que você sair para trabalhar. A raça Yorkshire Terrier é bem desse tipo de latir por qualquer coisa. Além disso, cães de médio a grande porte não são indicados para apartamentos [veja bem! Eu disse "indicados"]. Isso não significa que só possam morar em casa com aquele quintal do tamanho de dois campos de futebol. A questão aqui também tem a ver com a personalidade do animal. Mesmo cães de porte grande podem viver muito bem em apartamentos por serem tranquilos e um tanto preguiçosos. 

Em contrapartida, existem cotocos que necessitam de bastante espaço, pois correm o dia inteiro. O grande contra de ter um cão é que este animal pede muita atenção. Não dá para deixar água e comida acreditando que ele vai ficar bem. O cachorro requer muita atenção, banho semanal e passeio diário. Sem isso, o bichinho pode até adoecer e entrar em depressão. 

CALOPSITA (E AFINS) -->> Primeiro de tudo: pássaro em gaiola NÃÃÃÃÃÃÃO! O que o coitado fez para merecer prisão perpétua? Me diz! Ainda que seja um viveiro, se não for aquele que permite bater asas e voar, é prisão sim. Ok, eu já tive uma calopsita linda (e marrenta) chamada Vitória. A bichinha achava que era cachorra; talvez por conviver com uma e andar pela casa solta. No entanto, ela não vivia presa. As penas das asas eram aparadas, mas de tal forma que não a impedia de voar. De qualquer forma, a pentelha preferia andar mesmo e brincar com a bola da Layla (poodle) e ai de quem tentasse pegar (ai até da Layla. Coitada da cachorra!). No caso de optar por isso, lembre-se que a casa precisa ser telada, não apenas para evitar que o pássaro voe para fora, mas, principalmente, para impedir que gaviões capturem-no.

PEIXE -->> Sorry! Mas isso não conta como bicho de estimação. hahahaha Zoeira. Quem opta por um aquário cheio de peixinhos pensando que dá menos trabalho...se fuuuuu! Imagina a trabalheira que dá limpar essa porra mensalmente, no mínimo. 

ESQUILO DA MONGÓLIA, HAMSTER E AFINS -->> Os roedores são lindos e não, não são fedorentos. Fedorento é quem cuida (ou deveria cuidar) do bicho sem fazer a devida limpeza semanal na casinha dele. Tirando essa parte da limpeza, são ótimos para quem adora interagir com algum animal, mas tem pouco espaço, mora em local onde qualquer barulho vira um problemão ou passa muito tempo fora de casa. 

MINI PIG -->> Esse micro porquinho (não tão micro assim, pois os bichinhos podem chegar ao tamanho de um cão de porte médio), virou sensação no Brasil - ou como um amigo diria, "modismo". A criação dele é bem parecida com a de um cachorro (incluindo banhos e atenção redobrada à pele, que no verão pede protetor solar). E para que seu mini pig não te surpreenda virando um leitão, procure comprá-lo de um criador certificado, beleza? 

Vale lembrar que, antes de escolher seu bichinho, você precisa ter em mente que ele vai precisar de alimentação diária, horas de dedicação e, em alguns casos, passeios e banhos frequentes. Mas seja ele qual for, vacinas e cuidados médicos serão sempre necessários. Isso custa dinheiro. Na verdade, diria que custa quase tanto quanto um filho (humano). Sendo assim, pense bem!

Esta Casa gostaria de deixar bem claro que não concorda com a criação doméstica de animais exóticos, como coruja, salamandra, cobra, tarântula, iguana, furão, cacatua, chinchila y cosas así. Apesar de amarmos a série norte-americana Friends e acharmos mega engraçado Ross com um macaco e Chandler e Joey criando um pato e um galo dentro de um apartamento, na vida real, por favor, NÃO. Vamos deixar esses bichinhos em seus habitats naturais ou em centros de controle e proteção vinculados ao Ibama né? ;)



sexta-feira, 7 de julho de 2017

Pizza porque hoje é sexta

Hoje é sexta-feira e sexta-feira pede PIZZA! Mas como a crise tá braba para geral, melhor fazer em casa né?! Dá trabalho? Nada. Afinal, nosso lema é não ter trabalho, usar pouca louça e...COMER.

Por isso, após algumas semanas de férias (porque somos filhos de Deus também), selecionamos uma receita diva para fazer hoje, no aconchego do lar, para comer assistindo Netflix grudada no mozão (ou na mozi ou no cachorro, periquito, papagaio, não importa).

Com vocês, a pizza da Aurora! Sim! A Beagle experimentou. Clica aqui para ver no blog Raiz de Gengibre como é fácil e prática essa receitinha para matar a fome de sexta!


segunda-feira, 26 de junho de 2017

Quadros, quadros e... POLE

Uma casa pode ter todas as paredes de cor branca e ainda assim não ser sem graça. E nem é preciso comprar móveis caros e tapete persa. Basta pendurar alguns quadros e molduras para dar aquele charme ao ambiente. Ah! Pôsteres baixados gratuitamente também valem para compor o cenário. ;)

Sai daí parede branca e sem graça! Composição que dá aquele colorido na sala

E nem é preciso furar a parede 


Comer no Spoleto tem lá suas vantagens, como esses pratos decorativos 

Uma parede que podia ser apenas uma parede, mas resolveu ser estante

Cores, cores e mais cores =D

Até mesmo a parede da cozinha merece atenção.
Este quadro era uma bandeja de café da manhã.

Olha como esta sala ficou incrível com os nichos para os gatos da casa! Créditos: O Fazedor

PS: esta casa não seria tão encantadora se não tivesse uma barra de pole dance logo na entrada né? Isso sim que é receber bem as visitas. =D

Levei quase três meses para instalar o pole, mas aqui está ele. Tudo porque o pé direito do novo apê é bem mais alto e...revestido com gesso. Foi então, que descobri o extensor que o próprio fabricante do pole vende e me indicaram uma pessoa para fazer aquela abertura maneira no teto falso, garantindo que o pole não despenque no meu corpitcho.

MY PRECIOUS


--> Quem quiser fazer download de algumas imagens iradas, sem custo, basta clicar aqui. Este site tem diversos pôsteres de filmes consagrados para deixar seu apê com uma cara bem legal.