terça-feira, 4 de outubro de 2016

Casa com animal

Hoje é comemorado o Dia de São Francisco de Assis e, consequentemente, se tornou o Dia dos Animais, por ele ser amante e protetor dos bichinhos de todas as espécies. Não sou católica, não tenho devoção a nenhum santo, mas (instintivamente) recorro a ele quando minhas filhotas de quatro patas estão em apuros. E vamos concordar: São Francisco de Assis é um fofo. Olhem só como ele dá um charme na minha escrivaninha. =D


Assim como ouço pessoas dizendo que uma casa sem criança não é um lar; eu digo que uma casa sem animais não está completa. Falta vida. Não me refiro somente a cães e gatos. Qualquer tipo de animalzinho leva alegria ao ambiente. Eu já tive calopsita, esquilo da Mongólia, tenho duas cachorras (tudo junto e misturado mesmo). A calopsita ficava solta pela casa junto com a minha poodle, se achava um cachorro e ai da Layla que tentasse pegar o osso ou a bolinha. Vitória avançava nela. 

É maravilhoso chegar em casa e ser recebida com pulos e lambeijos das minhas filhotas. Elas aprontam, mantê-las sai caro, mas minha vida não seria tão maravilhosa sem elas, minha casa não seria tão atraente sem Nina e Layla.

Eu sou a favor da adoção, totalmente contrária à compra de animais. Afinal, existem tantos por aí, de todas as espécies, de todas as raças e idades aguardando uma família. Mas eu não recomendo que todas as pessoas tenham um pet, pois tem gente que não nasceu para ter bicho em casa. Eles precisam muito mais do que um canto para dormir, água e comida. Eles precisam de amor, de atenção, de cuidados médicos mesmo sem uma doença.

Quando digo que Layla e Nina saem caro é porque não as levo ao médico somente quando algum problema acontece. Procuro fazer consultas de rotina a cada dois ou três meses para ter certeza de que estão bem. Não me contento com a vacinação do Estado, que só prevê o combate à raiva. A carteira de vacinação delas contra outras doenças precisa estar em dia sim. A água que elas bebem é filtrada e gelada. Afinal, se eu não bebo água da torneira por que daria para elas? Hoje elas comem ração, mas quando resolvo dar alimentação natural (vulgo comida de gente) não jogo no pote restos do meu prato. Ao contrário, preparo o potinho de cada uma com a quantidade necessária de cada alimento. 

Sou rica para bancar veterinário trimestral? Não. Mas sou mãe; escolhi adotá-las, então preciso cuidar delas, oferecer o melhor que eu puder. São animais sim, mas são seres vivos e, pelo menos para mim, têm sentimentos. Eles choram, sentem fome, sede, calor, frio, medo, sentem dor, sentem a dor do abandono também. Por isso, cuide bem do seu animalzinho. Não é à toa que a Layla completou lindamente 17 aninhos em junho. Amor e cuidados indo além do básico água + comida fazem muita diferença no tempo e na qualidade de vida que o pet terá. ;)

Festa de aniversário da Layla. Afinal, completar 17 anos não é para qualquer cão. <3






Um comentário:

  1. Lindas as fotos das suas filhas. E é por aí mesmo. A forma como são tratados é que determina a idade que irão chegar. Parabéns, pelo seu carinho e amor pelos animais. Beijos querida.

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