segunda-feira, 20 de junho de 2016

Séries da minha vida

Se tem uma coisa que eu descobri que amo é Netflix. O treco custa 20 reais por mês e me dá a possibilidade de passar horas praticando o nadismo em casa. Tudo bem que eu sou o tipo de pessoa que se apaixona pela série somente depois que ela já chegou ao fim. Tipo, eu adorava House (o seriado do médico rabugento), mas não conseguia acompanhar pela Universal. A série acabou e eu fiquei sem entender lhufas. Então, entrei em 2016 determinada a ver do primeiro ao último episódio. Estou quase lá. =D Agora sei que os episódios têm sim uma ordem cronológica, bem diferente do que me diziam. Descobri que a Treze não se chama Treze (por que alguém teria o nome de um número, não é mesmo?!) e que o House não é de todo mal. A série tem oito temporadas, cada uma com uns 20 episódios de quase uma hora. É coisa pra caramba, mas muito boa. Vale a pena.


Outra que me fisgou foi Orange is the New Black (OITNB). Uma série onde a Piper (uma menina classe média) se apresenta voluntariamente à polícia para cumprir uma pena que, teoricamente, era apenas da ex-namorada. No decorrer dos capítulos, ela deixa de ser uma prisioneira assustada e desengonçada para se tornar a chefona do presídio. A série é uma produção da Netflix, que acabou de lançar a quarta temporada. Mas se você tiver problemas com beijos e sexo na TV nem veja. Tem bastante, e entre mulheres, além de muito palavrão. O mais legal dessa série é que a personagem que hoje você ama, amanhã você odeia. Elas mudam de uma temporada para outra de uma forma incrível. 


E já que estamos tratando de séries, alguém me explica por que eu deveria assistir GoT? Você não vale, Cavaggioni. =P A cada temporada, minha timeline do Facebook só mostra isso. Não aguento mais. Coisas medievais, com muito sangue, nunca me atraíram, mas essa minha amiga Cavaggioni está falando tão bem da coisa que eu só não comecei a assistir porque GoT já está bem avançada (minha prioridade agora é terminar House). E quando eu estiver livre do médico mais foda do mundo, acho que vou me jogar em Dexter. Meu ex-namorado adorava porque aborda a mente de um psicopata sendo trabalhada para  bem. Infelizmente, eu nunca vi nadinha de Dexter por falta de tempo. E pensando bem, Narcos (série brasileira com o Wagner Moura) está na minha lista de espera. Tenho que aproveitar enquanto só tem uma temporada dele. Caramba! Acabo de perceber que preciso de um mês praticando o nadismo em tempo integral só para fazer maratona de seriados e colocar todos em dia. Tudo bem que agora que optei por não assistir televisão da forma tradicional, estou com mais horas "livres" para os seriados. Mesmo assim, não está sendo suficiente. 

Adoro chegar do trabalho e dar o play em House ou em Friends enquanto janto com minhas pimpolhas de quatro patas. Falando em Friends...Cara! Não tem seriado melhor que este. Friends é simplesmente o melhor de todos os tempos, comprovado cientificamente. Ok. Cientificamente foi exagero, mas sei que teve uma pesquisa aí que comprovou que foi a série mais amada (e continua sendo) de todos os tempos. 


Os seis amigos tão diferentes e ao mesmo tempo tão parecidos que, entre tapas e beijos, nos arrancam gargalhadas, e algumas vezes até lágrimas. "You are my lobster": a frase que me faz chorar e rir ao mesmo tempo até hoje. Cara! Sério. Se você ainda não viu Friends, seja lá por qual motivo for, comece! Não vai se arrepender. Clica no vídeo aí para ter uma pequena amostra do quanto vale a pena se viciar nisso. <3

Ah! E se tiver alguma série maneira na sua lista, pode me passar. Estou aceitando sugestões. 



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Pet Festa

Toda virginiana é boa para organizar coisas, certo? Claro que não. Eu sou ótima para dar um jeito nas gavetas, arrumar armários e estantes, mas não me peça nunca para preparar um evento. O problema é que dessa vez somente eu podia organizar a parada, pois tratava-se da festa de aniversário da minha filha de quatro patas. Festa para cachorro? É. A pimpolha completa hoje 17 anos, então vocês vão concordar que ela merecia ter, pelo menos, uma festinha na vida né?!

Decidi isso assim, da noite para o dia, e convidei algumas pessoas que não me achariam tão retardada por fazer festa para uma cachorra. Mas como virginiana com ascendente em sagitário (lembram que não sou boa para eventos), deixei tuuuudo para a última hora. Mas oh! Ficou lindo. Deu tudo certo e, exatamente por isso, estou aqui para contar como fiz, para que vocês possam aprender com os meus perrengues. =)

Então, a bonita aqui até que tentou ser organizada e preparou uma listinha de convidados, outra de pessoas confirmadas e petiscos que ia oferecer. Feito isso, foi ao mercado e comprou tudo para as comidinhas. Mesmo com esse pingo de organização, quase surtei no dia (a festa foi ontem) e se não fosse minha mãe chegar para me ajudar não teria conseguido. Mais pessoas confirmaram presença no dia e...Amigo, traz mais uma garrafa de refrigerante, por favor? E se encontrar, compra vela também. =D Isso porque eu quis sair no sábado e deixei a zona da casa para ser arrumada no próprio domingo. Mas eu também quis dormir até as 10h...Ferrou! Lava a varanda. Nina, não pisa aí! 100nhor! O pano de chão caiu no quintal da vizinha. Layla, vai comer sua comida! Caramba! Já são duas da tarde e eu ainda não fiz o bolo. Surtei, fato. 

Mas depois de respirar fundo (e ver a casa limpa, a decoração pronta e os sobrinhos enchendo as bolas), consegui focar no bolo. Optei pelo de cenoura com cobertura de chocolate por ser rápido e minhas filhotas amarem (sem a cobertura de chocolate, antes que me crucifiquem, claro). Preparei uma bandeja de frios com peito de peru, queijos, torradinhas com queijo e pimentinha, mini milho e palitos de cenoura com pastinha. Coloquei algumas balas açucaradas em um pote de cupcake para fazer a alegria das crianças e em uma xícara de chá (do enxoval da minha avó) arrumei algumas cerejas. O cachorro quente (de salsicha de frango) ficou por conta da minha mãe. Para a decor da mesa, um mural com fotos da aniversariante, bolas de gás, uma garrafa com flores de pano e imãs e bibelôs de São Francisco de Assis (o padroeiro dos animais). 

Inicialmente, seriam apenas quatro amigos, minha mãe, meus dois sobrinhos e uma convidada pet, a Ana Júlia. Mas meu irmão apareceu com a namorada, a mãe de uma amiga também e minha tia foi com o marido, a enteada e minha tia-avó. Gente, foi muito lindo! Muita correria para deixar a casa pronta para receber os convidados, mas no final deu tudo certo. Minhas filhotas se divertiram com a pet-amiga. As crianças usaram meu Pole como carrossel e trepa-trepa. Os adultos se entretiveram cada um à sua maneira. E olha que legal: no meio da festa descobri até uma recreadora de cães (tks, Aline).

Curti tanto que em janeiro farei a festa da Nina. E agora que já tenho "experiência" em eventos para cachorros, a dela será ainda mais linda.