sábado, 26 de setembro de 2015

Marido de aluguel, faz tudo etc.

Então você resolveu ter um cantinho só seu (ou se mudou para uma república) e começa a perceber que a porta está emperrada, o bocal da luminária está muito pra dentro (logo, a lâmpada não entra), que as tomadas estão inutilizáveis porque o pintor passou tinta por cima, que o chuveiro está queimado e que seu quarto não tem cortina. Pior: você não sabe fazer nada em casa; até pipoca de micro-ondas queima quando mete a mão. O jeito é recorrer ao porteiro "faz tudo" do seu prédio ou contratar um marido de aluguel. 

No meu caso, eu recorri ao "Papai Ursulão" (confira o início do assunto aqui). Meu pai é metido a saber fazer tudo (e pior que faz mesmo), então pensei comigo: por que pagar um profissional se eu tenho ele?

Duas semanas depois dessa ideia, aqui está meu pai. Mas ele não veio sozinho; trouxe a trupe (minha tia e meu irmão) para dar um apoio moral. Infelizmente, neste dia eu tive plantão no trabalho e não pude ficar em casa olhando como se faz cada coisa para conseguir a tal da independência doméstica que tanto queria, mas acredito que numa próxima vez eu vou meter a mão na massa antes de recorrer a ele.

Para não perder a oportunidade dele aqui em casa (já pensou se ele vai embora e só depois eu lembro de alguma pendência?), fiz uma listinha (separada por cômodo) das tarefas a serem realizadas. Dessa forma, eu também pude saber o que precisava comprar e ele, sabendo de antemão o que teria pela frente, já trouxe as ferramentas certas. 

Trocamos as tomadas velhas, remanejamos alguns spots, colocamos rodízios na mesinha de caixotes (uhuuuul \o/ demorou, mas saiu), colocamos silicone no box pra parar de vazar, tiramos o "papel macumba" da persiana da sala (gente! Tinha uma folha de caderno entre a parede e a persiana desde que entrei no apê. Nunca quis mexer naquilo. Vai que eu tiro e tudo cai em cima de mim, vai que é simpatia, macumba, sei lá), penduramos alguns quadros no escritório e...tchraaaaaan! Cortinas nos quartos. \o/\o/\o/\o/

Papai Ursulão, você deu um show de competência. E foi tudo 0800. Ok. Tive que abrir mão da minha cama, indo para o sofá, pra ele dormir de sexta pra sábado, comprar algumas latinhas de cerveja, mas olha o que eu economizei de tempo e dindin com esse serviço de marido de aluguel (sem o aluguel) =D

Agora, se você não tem um pai, padrasto, tio, irmão ou amigo para dar essa forcinha, o melhor é desembolsar uma graninha e chamar um marido de aluguel mesmo. Muito melhor e mais em conta do que contratar um profissional para cada serviço (chaveiro, eletricista, encanador, marceneiro etc.). Mas precisa ser um "faz tudo" de qualidade. Afinal, existem curiosos e curiosos. No meu caso, o curioso Papai Ursulão é show de bola e faz tudo com capricho. Tudo bem que ele teria deixado a casa uma zona, se não fosse a minha tia dar uma arrumada básica, mas nada que uma faxina não resolva. De graça eu não posso nem exigir muito né?! =P

Minha parede de cara nova com o mural de fotos e a gaiola que ganhei para mais fotos e recadinhos

Papai Ursulão em ação. E a tomada que pegou fogo foi trocada por uma novinha. \o/


sábado, 19 de setembro de 2015

Vamos juntas?

Se você mora numa cidadezinha pacata nem precisa ler esse texto, a não ser que esteja com planos de se mudar para uma cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro...
 
A violência, principalmente nas capitais, está tão absurda que as mulheres têm medo das ruas. Eu mesma, que moro numa rua onde tem uma delegacia, não me sinto segura para dar uma volta com as minhas cachorras à noite. Escureceu não saio de casa; somente para eventos e, mesmo assim, de carro. Ficar andando a pé sozinha por aí é dar "sorte para o azar", como dizem os mais velhos.

Só no ano passado, o Rio de Janeiro registrou quase 5 mil casos de estupro contra mulheres, segundo dados do ISP. Outra pesquisa recente feita com mais de duas mil jovens em 370 cidades brasileiras revela que a rua é vista por elas como um espaço inseguro. Muito provavelmente não foi com base em pesquisa, mas por vivência própria, que Babi Souza criou no fim de junho a página "Vamos Juntas?" no Facebook. Em 48 horas já tinha 10 mil curtidas. Hoje tem mais de 195 mil. O movimento surgiu como solução colaborativa para um problema real, que todas nós passamos todo santo dia: assédio, mascarado de cantada, e violência verbal e até física.
 
Este e o outro relato foram retirados da página oficial "Vamos Juntas?"
Claro que se você mora numa república, sai mais com as amigas com quem divide o apê, mas em algum momento você vai andar sozinha pelas ruas e atire o primeiro comentário aqui quem nunca apressou o passo para ficar perto de outra mulher na rua por medo do que vinha atrás? Infelizmente, nós mulheres, somos presas mais fáceis que os homens na hora de um assalto. E ainda tem o fator "cantada", que também é uma violência. Andar em grupo parece que inibe o homem que faria algum mal à mulher se ela estivesse sozinha. E é isso que o movimento "Vamos juntas?" propõe: que mulheres, ainda que desconhecidas, se unam, mostrando solidariedade àquela que estiver em perigo, ou apenas com medo do escuro.
 
Segundo Babi, a fanpage recebe cerca de 80 mensagens por dia de todo o Brasil. São relatos de mulheres de todas as idades contando como foram salvas ou como salvaram desconhecidas que passaram pelo seu caminho. "A página é feminista no sentido de que buscamos a liberdade de ir e vir em segurança e também porque tem empoderado muitas mulheres. Porém, entendemos que a igualdade de gêneros deve interessar aos dois gêneros; uma perspectiva diferente da maioria dos movimentos intitulados feministas. Não banimos homens da página, por exemplo, porque acreditamos que essa conscientização de como as mulheres se sentem na rua deve acontecer", esclarece Babi.
 
Nós, que moramos sozinhas e, muitas vezes, saímos e chegamos sozinhas, sabemos bem como é apressar o passo para alcançar a senhorinha que vai logo à frente, que nunca vimos, mas que passa segurança naquela rua deserta. Então, da próxima vez que você vir uma menina na mesma situação pare o táxi e ofereça uma carona, ou, simplesmente, chegue mais perto e diga: "Oi. Vamos juntas?".
 
 
Aqui você confere uma matéria da TV Brasil sobre esse movimento, produzida por mim e tendo como repórter minha amiga Thais Araújo. As imagens são dos cinegrafistas Amanda Brandão, Eduardo Guimarães e Luis Araújo, e a edição de Aline Muguet, Mauro Fernandes e Luciana Campos. Dá o play!
 
 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

De repente 31

Caramba! Tenho 31 anos. Ano passado, ao completar 30, quase surtei. Estava entrando na "vida de gente grande". Não tinha mais como voltar. "Why, God? Why? We had a deal!". Eu só conseguia pensar nessa frase do Joey, de Friends, decepcionado por estar envelhecendo. Como assim deixar de ser jovem pra ser adulta?! Tive medo, muito medo.


Parece que ontem mesmo eu tinha 18, estava terminando o ensino médio, e agora já tenho 31, três sobrinhos, duas cachorras e um apê pra cuidar. Caramba! Quando foi que eu cresci? Acho que foi há cerca de três semanas, quando corri para o consultório da minha psicóloga para uma consulta de emergência: no dia anterior havia conversado com minha ex-sogra e ela me confirmou o que minha intuição já havia dito. Chorei a consulta inteira (eu estava chorando há duas semanas sem parar, inclusive no trabalho). Foi quando vi da janelinha do ônibus, voltando da terapia, o morro pão de açúcar. "Já está dando tudo certo. Eu estou em casa", pensei. A partir daquele dia mudei os óculos, como disse depois minha terapeuta, e dos meus olhos só sai aquele brilho de alegria.
 
Ontem foi meu aniversário. Não fiz festa, não estava com o homem que mais amei, foi o aniversário mais diferente dos últimos oito anos, mas foi o melhor da minha vida. A comemoração começou na véspera com duas amigas aqui em casa. Fizemos uma maratona Friends com pipoca, batata frita e bebidinhas saudáveis. Muito papo gostoso, muitas gargalhadas e, assim, entrei em um novo ciclo da minha vida: com o pé direito.

 


O dia D foi tão bom quanto à véspera. Peguei minhas pimpolhas e fui passar o aniversário na casa daquela que me recebeu há 31 anos: minha mãe, claro. Ouvi minha sobrinha mais nova dizer "titia" pela primeira vez, fiz bolo de cenoura com cobertura de chocolate com minha outra sobrinha, fui paparicada por todos, recebi mensagens, ligações e áudios incríveis. O melhor: recebi duas visitas inesperadas. Uma da minha amiga de infância que, mesmo cansada, foi me dar um abraço gostoso. E a outra da minha ex-sogra, que além de levar o bolo de chocolate que eu amo (só gosto de bolo de chocolate feito por ela), ainda me fez uma surpresa: levou minha avó Arlete. Ok. Não é avó de sangue, mas é de coração. Para sempre minha avó. Porque a gente sai da família, mas o amor não sai da gente.


Minha mãe e minha sobrinha fizeram um arranjo de lírios (que eu amo) para enfeitar minha varanda. Ficou muito lindo! E o mais legal foi a criatividade delas, usando uma lata, papel colorido, areia e flores artificiais. Ah! E meus sobrinhos fizeram desenhos fofos e... BRIGADEIRO!

 
Cada mensagem que recebi no Face, cada áudio que mandaram (até do outro lado do mundo) me desejando momentos maravilhosos, cada visita, cada ligação fez desse 16 de setembro o melhor da minha vida até agora. Porque eu descobri que o mais importante é a amizade. Somos responsáveis pelo que cativamos, e as pessoas que nos amam de verdade são consequências dos nossos atos e sentimentos por elas. 
 
31 anos sim. Mas com carinha de 25 e jeitinho de 20, porém com a responsabilidade de quem já passou por poucas e boas e sabe que com o sentimento, com a vida das pessoas (e dos animais, por que não?!) não se brinca. Que continue a comemoração! Porque sábado tem noite dançante com os amigos e domingo... ah! Domingo é dia de rock, bebê. Rock in Rio.

domingo, 13 de setembro de 2015

(In)dependência

Saí de casa. E agora? E agora fUdeu! Não tem jeito. Vai ter que aprender a cozinhar além do miojo, trocar lâmpada e até resistência de chuveiro. Isso se você quiser realmente ser independente. Bater no peito e dizer: quem paga minhas contas sou eu, quem cuida da minha casa sou eu, então não se mete na minha vida.
 
Mas vamos ser realistas? Você não ganha uma fortuna para bancar aluguel, faxineira toda semana, muito menos empregada diária, e não está com um pingo de vontade de cozinhar, mas já percebeu que até pizza todo santo dia enjoa. Na casa dos seus pais quando o chuveiro queimava quem fazia a água ficar quente novamente era qualquer pessoa, menos você. Então, lamento te dizer, mas você vai recorrer aos seus pais quando a coisa apertar. Porque não vai ter grana para bancar a vida que levava na casa da mamãe e muito menos pagar o porteiro (ou um profissional de verdade) cada vez que a descarga resolver quebrar.
 
Semana passada, eu trabalhei no domingo e até no feriado de 7 de setembro. Ou seja, não tive tempo para ir ao mercado e, muito menos, fazer comida pra semana. Minha mãe (santa mãe), preocupada com a alimentação da filha que estava com a geladeira vazia e à base de biscoito (porque até a margarina pra passar no pão tinha acabado) fez o favor de ir ao mercado e dar uma passadinha no hortifruti para abastecer a despensa. Mais ainda: quando eu cheguei do trabalho tudo estava guardado na geladeira e no armário da cozinha. Ufa! Menos uma tarefa.
 
Preocupada também com a alimentação das minhas filhas de quatro patas, ela se ofereceu para no dia seguinte preparar a comida da semana pra elas. Não satisfeita (graças a Deus), ela deixou tudo pronto pra mim também: recheio para panquecas, peito de frango já empanado, molho para o macarrão... Eu só tive o trabalho de preparar minhas saladas no pote. Cara! Tem noção do tempo que eu economizei pedindo a ajuda dela para ir ao mercado (e levando como brinde as refeições prontas)?
 
Outro ponto a levar em conta quando se deseja independência ao morar sozinha (ou mesmo numa república) é que qualquer reparo pede um homem (exceto se você for o tipo de mulher que ficava grudada no seu pai enquanto ele consertava alguma coisa em casa). Como eu nunca fui dessas, não sei trocar nem a resistência de chuveiro. Mas por pouco tempo.
 
Tem várias coisinhas aqui em casa que eu preciso fazer: recolocar a vara da cortina do escritório (o pintor fez o favor de tirar e não colocar no lugar), trocar algumas tomadas, furar algumas paredes, furar o caixote da sala para colocar as rodinhas, colocar a vara no meu quarto para, enfim, ter cortina nele etc. etc. etc. São coisinhas pequenas, bobas, mas que eu não sei fazer. E se você é igual a mim e não tem namorado vai precisar contratar um marido de aluguel. Mas, poxa! Eu tenho pai. Ele sempre foi do tipo "papai Ursulão". Alguém se lembra desse desenho da família urso, que tinha o pai que nunca contratava um profissional para os reparos residenciais porque achava que dava conta de tudo? O meu é o verdadeiro "papai Ursulão", então não faz sentido eu pagar uma pessoa pra fazer pequenos reparos no meu apê. Certo? Lá fui eu mostrar que não sou tão independente assim e preciso dele sim. No próximo fim de semana, papai estará aqui dando "um jeitinho" na casa. Vai render um post, claro.
 
E claro que eu sei que tudo tem um preço nessa vida. Em algum momento essas coisinhas serão lembradas num almoço de família, quando os ânimos estiverem alterados. Mas ok. Estou disposta (dessa vez) a arriscar. A questão é saber quando pedir ajuda e para quem. Quando eu quis viajar com meus amigos pensei duas vezes antes de pedir para minha mãe ficar com as minhas cachorras. Foi o suficiente para eu recorrer ao meu irmão mais novo, oferecendo o meu apê por um fim de semana em troca dele cuidar delas. Eu procuro ser independente em muitas coisas exatamente para ninguém dar pitaco na minha vida. Quero muito ter uma filha, mas estou aguardando o momento certo para a adoção, pois não quero envolver minha mãe, ou qualquer outra pessoa, nisso. Quero dar conta dela sozinha. Por enquanto, sei que não consigo, então espero. Não adianta eu sair da casa dos meus pais, morar sozinha, pagar todas as contas se, vire e mexe, recorrer a eles. Isso é uma falsa independência. Por isso, quando meu pai chegar aqui no próximo sábado eu ficarei ao lado dele aprendendo tudo, para não precisar chamá-lo da próxima vez que a janela emperrar. E viva a independência (real)!
 
Papai Ursulão
 

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Desapega! Ou não

No último dia do mês de agosto, eu carreguei uma amiga para conhecer junto comigo a Feira Grátis da Gratidão, que estava acontecendo numa praça lindinha na zona sul aqui do Rio de Janeiro. A ideia da Feira é sensacional e por isso quero compartilhar com vocês - pessoas que moram sozinhas (ou estão planejando) e precisam arrumar a casa, seja adquirindo coisas ou se livrando de coisas. =D

A descrição da fanpage do evento é "Uma vivência sobre confiança, entrega, gratidão e amor. Traga o que quiser, ou nada. E pegue o que quiser, ou nada!". E é exatamente assim que funciona. Quem tem alguma coisa física para doar chega à praça, estende sua canga, distribui os objetos e pronto. Pode sair pra dar um rolé. As pessoas vão chegando, olhando e pegam o que as interessam. E você faz o mesmo: dá um passeio pela praça, vê o que está à disposição e pega alguma coisa, se quiser. Tem de tudo: roupas, sapatos, bolsas, bijus, brinquedos, livros, revistas, comidinhas e (acredite!) até dois dedos de prosa. Sim. Uma mulher colocou sua canga, posicionou seu cartaz que dizia "Dois dedos de prosa e abraço grátis" e ficou lá sentada esperando quem se interessava pelo que ela tinha para doar: tempo. Amei o gesto dela! E claro que eu quis o abraço. Algumas pessoas se sentaram por lá e ficaram proseando com a mulher. 

Outro grupo estava doando massagem relaxante. Outro resolveu doar alguns minutos de conversação em inglês. Uma jovem levou três garrafas de leites vegetais caseiros para que as pessoas pudessem experimentá-los e aprender sobre seus benefícios. Ou seja, cada um estava doando o que tinha, o que podia. Mas se não tiver nada para doar? Vai assim mesmo e veja se precisa de alguma coisa que colocaram à disposição.

Eu não levei nada e saí de lá com um vestido, duas saias, um cordão e um brinco. Minha amiga levou uma mochila cheia de roupas (mal colocamos na canga e tudo sumiu - hehehehe) e saiu de lá com um par de sapatos. 

Imagem: Dandara Reis

Imagem: Dandara Reis

Acho que o melhor de tudo é o clima da Feira, super leve, boas energias...Ninguém está ali para vender ou trocar. As pessoas vão para se doarem, e isso é maravilhoso. Na próxima edição que cair num fim de semana, eu pretendo levar alguns objetos de cozinha que não uso e preparar um bolo. Ah! Esse evento tem em várias cidades. Basta procurar no Facebook "Feira Grátis da Gratidão" que é possível encontrar várias páginas Brasil afora. Se tiver na sua cidade, aproveita pra conferir o que está ocupando espaço demais no seu cafofo para doar. Você vai perceber que a casa vai ficar até mais leve (sempre temos tranqueiras que guardamos porque UM DIA, QUEM SABE usaremos). Se estiver faltando alguma coisa em casa, se programa pra ir também. Vai que lá você encontra o que está precisando. 

Imagem: Dandara Reis

Agora, se onde você mora ainda não tem isso, que tal organizar? Pelo que eu percebi, o evento tem um organizador só para dar o pontapé inicial, ver com a prefeitura se pode utilizar o espaço (geralmente praças públicas, até para facilitar o acesso das pessoas e de moradores de rua - os mais necessitados) e divulgar na internet. Porque quem faz a coisa acontecer de verdade são as pessoas que vão em busca de alguma coisa: seja essa coisa objetos ou somente um abraço, um tempo para ser ouvido. 

Também foi um dia para relaxar e rir muito com as amigas


sábado, 5 de setembro de 2015

Why, God?! Why?! We had a deal

Para tudo! Setembro deu o ar da graça e eu estou a um passo de completar 31 anos. OMG! Eu não ficaria velha. Nunca. E agora me sinto mais perto dos 40 do que dos 20. Como assim?! Lembrando o célebre Joey, de Friends: Why, God?! Why?! We had a deal.

Já que não dá para voltar aos 25, aceito que dói menos. Mas bem que os amiguinhos leitores podiam mandar fofurices para animar os 31 anos da pessoa aqui né? Tem tanta coisa que ainda falta aqui em casa para deixar a decoração com a minha cara. Fiz uma listinha, bem estilo Rachel Green, pra facilitar. ;)

Lá em casa eu não tenho nem rádio de pilha. É horrível ouvir música pelo note, até porque o som é muito baixo. Minha felicidade é quando o vizinho resolve colocar umas músicas maneiras e aumentar o volume. Danço até o chão enquanto tiro o pó dos móveis. Então, que tal colaborar com a independência da aniversariante, presenteando-a com este gramofone? Calma, povo! Ele toca vinil, mas também tem entrada USB. Não sou tão antiquada assim. É que o design é sensacional e tem tudo a ver comigo. 

Encontrei esse na Fnac, mas tem em outras lojas pelo Brasil e que entregam no RJ.

Para completar a reforma do meu escritório preciso de duas coisas básicas: quatro pallets e... TCHARAN! Uma luminária pendente. Ela não é linda? Estou paquerando há meses, mas a grana não está me permitindo comprá-la. =/ Essa é da loja HC Store.



Outra coisa que eu quero, mas quero muito, tipo PACARAAAAAALHO, é um pole fixo/giratório pra treinar igual a uma louca em casa nos dias que não tiver aula de Pole Sport. Gente, o pé direito daqui tem 2,77cm. Pode encomendar que eu recebo e ainda faço festinha prazamigas experimentarem. ;)

Esse é da Gaia Pole Fitness


Mas é tudo tão caro! - Vocês devem estar pensando. Não exatamente. Se fizerem a tradicional vaquinha, cada uma contribuindo com uma graninha, não pesa no bolso de ninguém. Mas ok. Eu curto coisas mais em conta também. Amo itens de papelaria, como bloquinhos, Moleskine, pilot colorido, canetas, lápis e todo tipo de papelaria que vocês podem imaginar. 

Na verdade, galerinha do bem, eu amo todos os presentes que me dão. Sou uma pessoa super fácil de agradar, porque eu olho pra alma do presente, todo o carinho que vem junto com ele. É isso que mais me fascina, além de mensagens fofas. =D