quarta-feira, 24 de junho de 2015

Óleo: se não pode eliminar da dieta, elimine da tubulação

Eu até tento me alimentar de forma saudável, mas confesso que adoro um nugget frito. Com esse meu péssimo hábito alimentar, não apenas minha saúde vai por água abaixo, mas o meio ambiente. 

Há quase um ano, eu participei de uma aula sobre reciclagem no centro espírita que frequento. Além de aprender muito sobre como reaproveitar alguns materiais e como eliminar outros, aprendi também os efeitos do óleo de cozinha descartado de forma errada. Quando a gente joga pelo ralo ou pelo vaso sanitário, ele gruda na tubulação e, claro, um dia (não muito distante) vai dar ruim, principalmente se você mora em casa ou em um prédio pequeno, onde a tubulação de esgoto não é enorme. Mas o pior mesmo é o estrago que esse óleo causa nos rios: um litro de óleo (apenas um litro) contamina um milhão de litros de água. A consequência disso é a mortandade de peixes, pela falta de oxigênio. 

"Ok. Já entendi. Mas o que eu faço com o óleo usado?". Armazena em uma garrafa pet bem fechada para não vazar e leva em postos de coleta. Esse centro espírita que frequento recebe óleo usado e, claro, há outros lugares que fazem o mesmo. Algumas praças públicas possuem galões para a coleta dessas garrafas pets. De tempo em tempo, a cooperativa responsável por isso passa no local para retirar o óleo depositado lá. Nem dá trabalho, pessoal. E nem precisa armazenar em garrafa de 2 litros de Coca-Cola. Pode ser garrafa de 500 ml de água mesmo. Desde que seja pet e esteja bem tampada.

Para facilitar a sua vida, clica aqui e encontre o ecoponto mais perto de onde você mora. Se cada um de nós fizer a sua parte o mundo vai se tornar um lugar muito melhor para se viver. ;) 

É assim que eu faço: vou guardando no pote de achocolatado e depois transfiro para a garrafa que levarei ao ecoponto. Coloco no pote primeiro porque nem sempre tenho garrafa disponível em casa.

Nenhum comentário:

Postar um comentário