sábado, 13 de junho de 2015

16 anos de muito amor

Pessoas queridas do meu blog, hoje é O dia. <3

Minha filha de quatro patas completa 16 anos. Gente! Vocês têm noção do que é 16 anos para uma poodle? Quando ganhei essa pequenina, eu tinha apenas 15 anos de idade. Ela tinha 5 meses, estava com o pêlo todo embolado, cheia de pulgas, mas era a pretinha mais linda que eu já tinha visto. E olha que eu não era fã de poodle. Mas foi amor a primeira vista. Ela pulou em cima de mim e ficou fazendo festinha como quem diz: vai me levar pra casa?!

O nome já veio com ela; foi escolhido pela amiga que me deu essa princesa de presente. O aniversário hoje também não é por acaso. Layla nasceu em junho, mas a Renata (essa minha amiga) não sabia em qual dia. Como a Rê faz aniversário hoje (parabéns, amiga!), resolvi que a Layla faria no dia 13 também. Mais que justo né?! ;)

Hoje, 16 anos depois de ser adotada, os pêlos pretos são grisalhos, a disposição para um passeio não é mais a mesma, mas ainda assim ela está linda e ótima de saúde. Ok. Ela precisa tomar remédio diariamente para controlar a ureia, está um pouco surda e com dores nas articulações, mas qual idosinha não é assim? 

Morar sozinha seria um saco se eu não tivesse a Layla (e a Nina, claro) em casa. Amo chegar do trabalho e vê-la saltitar de alegria por me ver. E quando ela corre de tanta felicidade e, de repente, dá de cara com sua irmã Nina sem conseguir frear? Nessa hora, ela dá um salto sobre a irmã, que me deixa boba. O segredo para essa vitalidade aos 16 anos? O médico dela disse uma vez que é pelo fato de eu cuidar muito bem dela (qualquer espirro que dá, corro com ela para a clínica). Mas eu ainda acho que o segredo é amor de mãe. <3

Layla é uma preguiçosa que dorme o dia inteiro, uma esfomeada que não pode me ver indo em direção à cozinha que já corre na frente, mas uma filha encantadora, a princesinha da casa. Já me deu vários sustos. Um deles foi quando caiu da escada (cerca de 3 metros de altura). Caiu exatamente de costas, ficou gritando e se contorcendo de dor. Naquele momento achei que ela fosse, no mínimo, ficar paralisada. Entrei em pânico. Mas não é que quando chegamos ao veterinário a menina já estava andando como se nada tivesse acontecido?! Não fraturou nada. Minha cara foi no chão na frente da médica. Mas confesso que dei pulos de alegria por vê-la andar tão naturalmente, me fazendo passar por mentirosa na frente da veterinária. =)

Os cinco meses que precisei morar em Brasília foram os mais longos da minha vida porque fiquei longe dela. Parece que a saudade fez com que todos os problemas de saúde da minha pequena se desencadeassem ao mesmo tempo, exatamente enquanto eu estava distante. Fiquei com o coração na mão. Ligava várias vezes ao dia para a minha mãe me dar notícias dela. Graças a Deus ficou bem e agora estamos grudadas novamente.

Comemorar mais um aninho de vida dessa pimpolha me deixa tão feliz. Layla é a minha vida. Minha alegria. Ela faz parte da minha história. E tudo que eu desejo é em 2016 voltar aqui com outro post comemorando mais um ano de vida dessa que me faz mais feliz todos os dias, desde o amanhecer ao anoitecer. 



Já estou pronta pra minha festa de aniversário. Que horas começa, mãe?



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