quarta-feira, 20 de maio de 2015

Cresci! Será?

Olá. Meu nome é Carol, tenho 28 anos e 1.50 cm de altura. Quanto à minha estatura, não posso dizer que eu cresci (hehehe). Quanto ao resto, digamos que estou, aos poucos, chegando lá. Afinal, o que é crescer? Para mim, não tem uma definição certa. Mas acho que mudar pequenas ou grandes atitudes, continuar com outras (sem culpas) e rir de você mesma são ótimos “significados”. E quando vem a percepção disso tudo? Bom, acho que ela acontece em etapas. A primeira vez que eu percebi que não era mais nenhuma criancinha foi quando eu fiquei “mocinha”. Doeu muito, fora a cólica. Um saco! Já a segunda, foi quando eu perdi o meu pai aos 15 anos de idade. Ali, eu sabia que estava passando pela minha primeira real dificuldade, em contrapartida, tinha certeza que estaria preparada para qualquer obstáculo que surgisse. Daí vieram as outras etapas: adeus ao colégio, boas-vindas para a faculdade, o primeiro namorado, o primeiro término, as “nights” com os amigos que substituíram as simples brincadeiras no play do prédio. O primeiro estágio, a fase louca da monografia, a formatura (que deixou saudades), o primeiro emprego e por aí vai.

Ah! Também teve a experiência na Suíça. Fiquei quatro meses com a minha família de lá e cresci muito. Descobri uma “Carol” independente, cara de pau e corajosa. Claro que eu trouxe na bagagem de volta hábitos antigos, mas quem nunca? Aos poucos, estou tentando unir a nova “Carol” com a antiga. O resultado? Progredindo no meu tempo. E a mais recente etapa: minha mãe se mudou para São Paulo. E eu? Sendo dona de casa com a minha irmã mais nova aqui no Rio de Janeiro hehehe. Fazendo listinha de compras, me virando na cozinha (viva o miojo) e, ao mesmo tempo, lidando com a saudade diária. Uma ótima oportunidade para amadurecer, né? Resumindo, meu crescimento é constante. A cada etapa cresço um pouco. E acho que é assim com todo mundo. Crescer, não necessariamente tem a ver com sua idade e, sim, com as suas experiências. Por tudo que eu vivi até agora, me sinto madura sim. Entretanto, posso dizer que meu lado “15 anos” me faz dizer “Ops! Não cresci”. Por quê? Ah! Porque eu sou apaixonada pelo Robert Pattinson, meu iPod é cheio de músicas de bandinhas e cantores teens. E, é claro, a minha vida amorosa explica tudo. Cheia de príncipes e, principalmente, sapos. Enfim... Tem uma frase da Martha Medeiros, que me define por completo: “Sou uma mulher madura, que às vezes anda de balanço. Sou uma criança insegura, que às vezes usa salto alto”. É, no final, sou feliz assim! =)


Texto escrito por Carol Daixum.

A pequena grande blogueira de moda





Um comentário:

  1. Carol, parabéns pelo ótimo texto. Sempre acompanho seus posts. Sou tua fã... :)

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