segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Seu quarto, seu estilo

Sair da casa dos pais não é mole, mas necessário. Mais difícil ainda é quando a mudança é compulsória. Tipo, eu morava no Rio de Janeiro e fui convocada para trabalhar em Brasília. Logo, tive que me mudar de mala e cuia, como diz minha avó. =)

A grande dificuldade foi encontrar um apê onde eu não precisasse comprar nada, pois pensava em voltar para o Rio em três meses. Foi então que decidi morar numa espécie de república: pagava um valor e tinha direito a um quarto só pra mim e a usar as demais áreas do apartamento. Dividia com mais duas meninas, o que foi bom para não me sentir tão sozinha.

Mas como decorar um apê que não é seu, pra que fique com o seu jeito? Complicado, mas não impossível. No quarto eu podia fazer o que quisesse (desde que o entregasse do jeito que o encontrei, claro). Então, para não precisar pintar depois, eu optei por não fazer furos com prateleiras e nichos. Porém, como não gosto de paredes brancas, usei outros artifícios como quadros e borboletas.

Estas eu fiz com cartolinas coloridas e colei com cola branca mesmo, pois é fácil de tirar sem deixar marcas. Para prender o quadro eu pensei em usar fita dupla face, mas como podem ver ele acabou ficando eternamente no cavalete. =P




Mas e o restante da decoração? Abaixo, algumas fotos que mostram como eu solucionei o fato de não ter grana pra gastar e não achar legal comprar móveis, levando em conta que eu ficaria poucos meses na cidade.

No lugar de um guarda roupa eu preferi comprar uma arara, que era barata, ocupava pouco espaço e não precisava de mais ninguém (a não seu euzinha) para levar pra casa e montar. Essa é pequena, mas o suficiente pra pendurar alguns vestidos, bolsas e blusas e ainda tem espaço para os sapatos. (Leroy Merlin – R$ 70)

 Uma das malas eu usei como gaveta, para guardar as roupas que não amassam, lingerie e necessaire. Nos bolsos externos da mala eu coloquei alguns documentos e itens de papelaria. Assim, ficavam sempre à mão.

A outra mala eu preferi usar como mesinha. Assim, eu distribuí alguns livros, uma agenda e, claro, duas fotos que trouxe do Rio, para matar a saudade da família.

E como meu passatempo é pintar, separei um cantinho do quarto para o cavalete e coloquei dentro de uma caixa organizadora as tintas. Para os pincéis, um pote de vidro de azeitonas. Optei por um cavalete de mesa mesmo, pois era mais barato (e eu não ia colocá-lo na mala quando voltasse para o Rio), além de ocupar pouco espaço, já que o quarto era pequeno.


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