sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Inverno pede...SOPA (gostosa, por favor)

Tudo bem que inverno no Brasil não é considerado bem inverno para algumas pessoas. E acho justo, afinal, quem tem um inverno com temperaturas negativas só pode rir da nossa cara quando colocamos casaco sobre casaco, meia sobre meia e calça sobre meia-calça para enfrentar um frio de... 18°C. Né?!

Mas não importa! De 25 graus para baixo já é considerado frio (pelo menos para os cariocas). Por isso, no inverno (sim, inverno) a melhor refeição para uma noite fria (e se for fim de semana, melhor ainda) é uma sopa. Bléééé!!??? Não dessa vez. 

A sopa que Carol Jardim testou e aprovou está com uma cara de comida dos deuses. O melhor de tudo? Você faz com seis ingredientes tranquilos de ter na sua cozinha agora mesmo (vai lá conferir, vai!), e super-mega-ultra rápido. Quer ver? 

Clica aqui para conferir no blog Raiz de Gengibre o passo-a-passo dessa sopa de batata com alho poró (e pesto!).


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Casa de divas

Quem acompanha esse blog sabe da paixão que temos pelo Pole Dance, e quem não acompanha já fica sabendo. ;)

Mas a coisa é tão séria que a pessoa aqui não ficou satisfeita em fazer aulas em uma academia de dança. Nãaaao. Ela precisava ter o seu próprio pole. Para quê? Para treinar, oras! Isso é o que ela diz né? Porque a verdade verdadeira é...para fazer as visitas babarem de inveja.

Imagina abrir a porta de casa e PÁH! Uma barra vertical bem na sala. As visitas piram. Peraí que seu queixo caiu no meu chão. Mas por que na sala? Porque, infelizmente, nem todo mundo tem outro lugar disponível (leia com espaço) para deixar um pole eternamente preso do chão ao teto. No outro apartamento, minha barra ficava em um quarto só dela. Lindamente instalada, maravilhosamente polida e reluzente. Mas, neste cafofo o segundo quarto é muito pequeno e no principal (onde durmo) não ficaria legal, pois eu curto mesmo receber minhas polefriends vez ou outra para um open pole cheio de moves, fotos, gargalhas e...eu já falei fotos? =D

Mas saiba que eu não sou a única com essa paixão avassaladora pelo pole sport, a ponto de colocar uma barra em casa. Não! Separei aqui algumas polefriends que exibem suas barras verticais maravilhosas em casa. 

Agora, tem quem prefira outra atividade, como ballet, ciclismo e, porque não, sinuca ou totó? Aproveitar essas paixões que nos definem para decorar o lugar onde moramos é sensacional. Além de ter nosso passatempo favorito ali, bem à mão, a casa fica com um toque todo especial. Um amigo meu brasiliense tinha em sua casa (ele se mudou bem recentemente, então está redecorando o novo apê) uma bike bem na sala. Sua paixão. Um outro (carioca) também colocou na sala uma mesa de sinuca, que era utilizada como mesa de jantar em ocasiões mais formais. Que tal uma barra de alongamento no apartamento de uma bailarina? Ou uma pista de autorama no quarto feito de escritório de quem ama velocidade? ;)

My precious!! Parque de diversões para os sobrinhos (e para mim).

Abre a porta da casa da Cavaggioni e PÁH! Um pole vem te recepcionar. Muito amorzinho.

Tatiane Oliveira recepciona seus amigos na sala do apê. E o pole deixa a foto ainda mais linda. <3

O mundo particular de Bárbara. Sala para desestressar.

|| MAIS PAIXÃO. MAIS INSPIRAÇÃO ||

Decoração inspirada no Ballet. || Foto: Pinterest aqui




Deu vontade de jogar sinuca? As três fotos acima são do blog Sinuca em Casa. 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Voo solo

Acho que tenho condições de tirar o meu brevê da casa própria, haja vista que já completei uns bons seis meses de voo solo. Explico: tem só esse tempo que abandonei o conforto, a moleza e também a perturbação que a gente encontra debaixo das asas de papai e mamãe.

Comecei o meu planejamento (sério) de mudança há alguns meses de executá-lo. Sonhava com isso há anos, mas era um passo ambicioso. Comecei a juntar grana, fiz um pequeno enxoval... Afinal, eu não tinha nada além do ar-condicionado na casa dos meus pais. Parei quando o espaço do quarto já não era suficiente e eu já estava quase dormindo em cima das caixas.

Eram nessas muitas caixas que eu mantinha o meu kit de sobrevivência: alguns utensílios domésticos, roupas de banho e cama. Basicamente o mínimo do mínimo para alguém se virar com alguma dignidade. Ou um pouco menos que isso. 

Minha estratégia era ir comprando as coisas paulatinamente para não pesar muito no orçamento e nem ter de contar com caridade de parentes e amigos na hora da mudança. A escolha das coisas para a minha futura casinha era sempre uma alegria, que dessa maneira eu podia também parcelar. 

Pouco depois, essas doses homeopáticas de alegria no meu dia a dia foram substituídas pelo estresse habitual do ritual que se inicia antes da mudança: a terrível e famigerada reforma. Na qual eu me aventurei a servir de ajudante de pedreiro, inclusive. 

Não existe mal que para sempre dure, nem felicidade que nunca acabe. A saga da obra acabou, mas o trabalho ainda não: até hoje algumas das coisas que ficaram por fazer continuam lá por fazer. Mas o objetivo global foi cumprido: finalmente, estou morando sozinha! E as pendências podem ser resolvidas aos poucos. Ou não. A imperfeição também tem lá o seu charme.

Acho que todo mundo deveria passar um tempo morando sozinho. Nesse tempo, você aprende a se virar de todas as maneiras. Eu pude me descobrir montadora de móveis, pintora, decoradora, cozinheira, bombeira hidráulica, enfim, quando me permiti, descobri que eu era capaz de tudo. E me surpreendi. 

Claro que a falta de grana tem muito a ver com isso, né?! A gente sempre encontra soluções criativas para os nossos problemas do dia a dia: fui eu que pintei o apartamento, emassei o teto da cozinha... Cheguei até a trocar o ralo da área de serviço e regular a descarga do banheiro(!). Nada disso tem muito mistério realmente. Só é mesmo cansativo. E ao mesmo tempo, muito gratificante. Imagina você chegar em casa, olhar em volta e pensar: “isso aqui fui eu que fiz; tem um pedacinho meu aqui”. 

Chega a ser poético colocar a mão na massa. E como resultado disso tudo tenho cada cantinho da casa com a minha cara. Tudo fui eu que escolhi: desde a base da mesa da sala de jantar que  comprei na promoção e pintei de dourado para combinar com os ventiladores, até os souvenirs que me dei de presente nas viagens e agora decoram a minha sala de estar. Essa mesma sala de estar/jantar/escritório e sala de TV cujo projeto de decoração fui eu que fiz e executei. 

E hoje eu chego, deito no sofá com uma taça de vinho e a sopinha quente que eu preparei tendo a certeza de que sou a rainha do meu castelo. E o rei só entra se for convidado.


Texto escrito por Andressa Delbons, a rainha da porra toda.